Ainda que não o sabendo, ele prendeu, de novo, o meu olhar.Parecia, cada vez mais, um lugar mágico - talvez devido a todo aquele mistério envolvido à sua volta, do qual a minha mente se alimentava para criar as suas fantasias; talvez pela ligação que eu imaginava existir entre aquele ser desconhecido.
O facto é que, mais uma vez, lá estava eu, não somente a observar a essência do lugar, mas a plenitude que ele me transmitia. A música que soava no meu coração não era a que saía dos meus headphones, mas sim a do mar, que explodia nele, em mim.
o mar agora também me prende, pois só me trás maus momentos, porque foi lá que acreditei que era possível ser feliz, mas essa ideia tornou-se numa ilusão *
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