~desabafos de mais uma mente e alma inquietas~
terça-feira, 20 de dezembro de 2011
~1 hora 45 minutos e 42 segundos ~
Ao menos sob a água nenhuma lágrima é real, nenhum sonho é desperdiçado e todo o grito é mudo aos céus
segunda-feira, 12 de dezembro de 2011
~Do you see it? 4#~
O meu mundo colapasou completamente, desmoronou-se sobre mim ao tomar consciência da notícia e abateu-me sobre o chão frio da cozinha... Recebi lambidelas e empurrões numa tentativa de consolo por parte da minha única companhia naquela tarde soalheira. Mas este afecto não caiu em mim, o desespero criara uma barreira a meu redor que não deixava transparecer qualquer tipo de sensibilidade que alguma vez existira.
Não conseguia ficar ali, em casa, no chão, inútil, mas também não havia nada a fazer a meu alcance. Pedalei então em direcção ao mar.
Ia completamente descontrolada, e as lágrimas cobriam-me coração e olhos, impedindo-me de pensar ou ver claramente.
Passei o sinal vermelho e entrei na rua a alta velocidade deixando um carro, que quase me batera, a apitar no meio da estrada. Nem tal situação me causara impacto, nada poderia por a minha alma em pior estado (?).
Eventualmente caí - despistei-me ao chegar ao tão desejado farol.
E estava na terra em agonia, a respirar pesadamente, quando ouvi passos a um ritmo que quase igualava o bater do meu coração, cada vez mais próximos. Pouco depois uma mão forte levantou-me e, face à minha ânsia em pegar na bicicleta e continuar com a loucura, apenas se fizeram soar umas palavras, que foram suficientes para estagnar o meu ser.
"Assim não vais a lado algum."
Embora ainda não tivesse visto o seu semblante sabia quem era.
Levantou a minha bicicleta e levou-me a mim e a ela com destreza para o telhado do farol. A minha alma estava, sem vida, sob a sua força.
(este é a continuação de posts anteriores, com seguimento - ~Do you see it?~ ; ~Do you see it? 2#~ ; ~Do you see it? 3#~)
Não conseguia ficar ali, em casa, no chão, inútil, mas também não havia nada a fazer a meu alcance. Pedalei então em direcção ao mar.
Ia completamente descontrolada, e as lágrimas cobriam-me coração e olhos, impedindo-me de pensar ou ver claramente.
Passei o sinal vermelho e entrei na rua a alta velocidade deixando um carro, que quase me batera, a apitar no meio da estrada. Nem tal situação me causara impacto, nada poderia por a minha alma em pior estado (?).
Eventualmente caí - despistei-me ao chegar ao tão desejado farol.
E estava na terra em agonia, a respirar pesadamente, quando ouvi passos a um ritmo que quase igualava o bater do meu coração, cada vez mais próximos. Pouco depois uma mão forte levantou-me e, face à minha ânsia em pegar na bicicleta e continuar com a loucura, apenas se fizeram soar umas palavras, que foram suficientes para estagnar o meu ser.
"Assim não vais a lado algum."
Embora ainda não tivesse visto o seu semblante sabia quem era.
Levantou a minha bicicleta e levou-me a mim e a ela com destreza para o telhado do farol. A minha alma estava, sem vida, sob a sua força.
(este é a continuação de posts anteriores, com seguimento - ~Do you see it?~ ; ~Do you see it? 2#~ ; ~Do you see it? 3#~)
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
~tears~
Estou desesperada. Só precisava de calma, um pouco de paz, compreensão da tua parte para me ajudar a enfrentar e lidar com tudo.
Mas tu nem assim pareces compreender...
Mais uma vez obrigada pai
domingo, 4 de dezembro de 2011
~thank you~
Whatever is up there...thank you...thak you for not taking her away from me. Thank you.
Now please, give her strength, take her pain away and never let her side.
Now please, give her strength, take her pain away and never let her side.
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
~love~
There is no such love as the first one. You keep on believing that there wont be a better one, that you wont get through. But you need not a better love than your first...you just need different. That'll be enough for you to figure that you cant compare loves' dimensions. As so you will always find better..
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