Um dia ainda vou perceber o que é que te fiz para me tratares e falares como falas. Como se fosse uma ignorante, uma burra, uma estúpida, que não sabe nada sobre nada, nem da vida.
Realmente devo ter crescido para ser a filha que nunca quiseste.
~desabafos de mais uma mente e alma inquietas~
quinta-feira, 26 de setembro de 2013
terça-feira, 24 de setembro de 2013
quarta-feira, 22 de maio de 2013
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Um dos sorrisos mais bonitos é o de quem ama, mas ainda mais bonito
é o de quem sofre. Porque ainda que sofrendo, tem a capacidade de sorrir.
quarta-feira, 15 de maio de 2013
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Ás vezes gostava que entrasses um pouco na minha vida para perceberes que nunca deixei de pensar em ti. No meu dia-a-dia, lá estou eu, de vez enquando, a lembrar-me de ti. Para saberes que ainda falo em ti e exibo a pulseira que nunca me saiu do pulso a pessoas que nem nunca ouviram falar de ti... que tenho sonhos em ir a Luanda. Que nada nunca desapareceu.
quinta-feira, 4 de abril de 2013
~~
Por de trás de muitos rapazes que dão esperanças erradas,
ou que não as dão de todo, há uma ferida por sarar e uma esperança eterna por um amor perdido.
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
~Do you see it? 6#~
(este post é a continuação de anteriores, com seguimento - ~Do you see it?~ ; ~Do you see it? 2#~ ; ~Do you see it 3#~ ; ~Do you see it? 4#~ ; ~Do you see it? 5#~)
Não havia raiva como
aquela. Não havia nenhum sítio
onde mais quisesse estar se não diante daquele rapaz que transpirava fúria e
que me olhava como se eu fosse o ser por ele mais odiado.
Eu não queria sair, não
queria fugir... porque, apesar de tudo sabia que era ali que eu pertencia, junto dele, estivesse
ele como estivesse.
Tinha medo. Sim, ao medo não conseguia mentir.
Tinha medo. Sim, ao medo não conseguia mentir.
Continuava a fita-lo sem
saber se lhe devia obedecer. Era uma simples questão‘ Diz-me qual é a carta
mais alta’
Enquanto desvendava as cartas e pensava se lhe devia responder. A mão dele, que estava morta sobre minha perna ergueu-se em direcção ao meu pescoço. ‘
Diz-me qual é a carta mais alta’, repetiu.
Não havia medo, não havia
receio nos seus olhos. Apenas via aquilo que ele demonstrava, como se tudo o
resto desaparecesse.
‘ Qual é a carta mais
alta’ apertou com mais força.
Sentia cada vez menos ar a passar nos meus
pulmões. Eu não gostava de ser testada, não conseguia lidar com isso, indiquei-lhe
a carta mais baixa. Ele virou-as e eu estava certa.
Voltou a tirar duas
cartas e a pô-las no chão viradas para baixo.
‘Qual é a carta mais
alta’, voltou a perguntar.
Olhei-o nos olhos, ele
fixava-me.
‘Não vais parar?’
‘Não até o baralho
acabar. E se não me responderes em 5 segundos começamos de novo.’
Não conseguia proferir
nem uma palavra, mantive-me assim imóvel, a olha-lo nos olhos. Engoli em seco e
indiquei-lhe novamente a mais baixa. Continuei a fazê-lo seguidamente. Mais parecia estar a gozar com ele, apenas eu sabia se estava certa ou não. E
até ao final do baralho poucas cartas tinha errado. Fazia-me confusão, mas não queria
pensar nisso.
Pegou-me pelos cabelos. ‘
Levanta-te.’
Segui a sua força.
‘ Nunca mais me voltes a
fazer isto.’, dizia agarrando-me pelos cabelos e dando-me fortes cabeçadas. ‘
Quando eu falo a sério, quando te digo para fazer uma coisa, tu fazes. Sem
perguntar porquê.’
-B
-B
domingo, 3 de fevereiro de 2013
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
~ Quanto mais conheço do mundo menos sabedoria tenho ~
Gosto de estudar as pessoas, não gosto de gritos, tenho medo de atropelamentos, tenho receio de comboios em andamento e elevadores metem-me impressão. Tenho um enorme respeito pelo mar. Esqueço-me muito de mim mas dificilmente dos outros. Prefiro rapazes a raparigas.
Gosto de pessoas diferentes. Gosto da lua. Gosto de ciência, biologia, gosto de animais e de toda a natureza. Não gosto de demasiada confiança. Tenho medo de Amar. Gosto do azul e do verde. Gosto de música. Gosto de conhecimento e de pessoas cultas. Gosto de ir ver o mar e de andar de bicicleta ou correr. Gosto de vontade de aprender. Gosto de cartas escritas. Não suporto mentiras nem mesquinhice. Gosto de bom humor, e de quem se saiba rir até do ridículo. Gosto de sair e de jogos de computador. Gosto de ler e das viagens a que os livros me levam. Não gosto de sentir raiva nem frustração. Sou demasiado perfeccionista e preocupada com o que me rodeia. O meu maior arrependimento até hoje foi não me poder ter despedido do meu "Avô" e de, sem me aperceber, perder dois grandes amigos na minha vida. Sou muito pouco confiante. Gosto de ler as pessoas por reflexos de vida, mas de manter o que leio para mim. Sou curiosa, sonhadora e nunca deixarei de sonhar.
Chamo-me Sofia, nome proveniente do Grego Sophia, que significa sabedoria. Não sei se isso diz muito sobre mim pois quanto mais conheço do mundo menos sabedoria tenho.
Gosto de pessoas diferentes. Gosto da lua. Gosto de ciência, biologia, gosto de animais e de toda a natureza. Não gosto de demasiada confiança. Tenho medo de Amar. Gosto do azul e do verde. Gosto de música. Gosto de conhecimento e de pessoas cultas. Gosto de ir ver o mar e de andar de bicicleta ou correr. Gosto de vontade de aprender. Gosto de cartas escritas. Não suporto mentiras nem mesquinhice. Gosto de bom humor, e de quem se saiba rir até do ridículo. Gosto de sair e de jogos de computador. Gosto de ler e das viagens a que os livros me levam. Não gosto de sentir raiva nem frustração. Sou demasiado perfeccionista e preocupada com o que me rodeia. O meu maior arrependimento até hoje foi não me poder ter despedido do meu "Avô" e de, sem me aperceber, perder dois grandes amigos na minha vida. Sou muito pouco confiante. Gosto de ler as pessoas por reflexos de vida, mas de manter o que leio para mim. Sou curiosa, sonhadora e nunca deixarei de sonhar.
Chamo-me Sofia, nome proveniente do Grego Sophia, que significa sabedoria. Não sei se isso diz muito sobre mim pois quanto mais conheço do mundo menos sabedoria tenho.
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