Sinto-me traiçoeira, perdida e fora de controlo.
~desabafos de mais uma mente e alma inquietas~
sexta-feira, 28 de dezembro de 2012
terça-feira, 4 de dezembro de 2012
~what my eyes dont see my thoughts create~
Sei que o futuro te vai levar de ao pé de mim, tenho bem noção disso. Sonho de noite e de dia e vejo tudo a acontecer vezes e vezes sem conta.
Tenho de ser consciente e aceitar isso, mas doi-me e esmaga-me por completo...tenho medo.
terça-feira, 20 de novembro de 2012
domingo, 28 de outubro de 2012
~24-12-2008~
Conheço um alguém,
Um alguém que não o é.
Tu.
Tu vais para além de um alguém.
Dos alguéms que vagueiam numa via em linha recta,
Que não lhes foi imposta por um ser superior.
Aqueles que ouvem, aceitam e falam.
Mesmo até dos alguéms que pensam,
Tu vais para além disso.
-S
Um alguém que não o é.
Tu.
Tu vais para além de um alguém.
Dos alguéms que vagueiam numa via em linha recta,
Que não lhes foi imposta por um ser superior.
Aqueles que ouvem, aceitam e falam.
Mesmo até dos alguéms que pensam,
Tu vais para além disso.
-S
domingo, 14 de outubro de 2012
terça-feira, 9 de outubro de 2012
~lets call it a day~
Este tempo nunca ajudou e os meus olhos não conseguiram fixar os teus,
o que pairava sobre os meus não devia ser visto...
segunda-feira, 8 de outubro de 2012
~50 sombras~
- Gostei da tua ideia do mapa de estradas. Olhei para ele, inexpressivamente. Mapa de estradas?
- As áreas interditas - disse ele a título de explicação.
- Queres que te marque com o batom?
- Anda - disse ele, estremecendo-me as mãos. - Senta-te em cima de mim.
Eu estendi-lhe a mão com o batom. Ele sentou-se subitamente e ficámos face a face. Guiou-me a mão até à curva do ombro
(...)
Estava a conter ao máximo a sua própria aversão. A linha do seu maxilar estava tensa, tal como a zona em torno dos olhos.
- Agora sobe pelo outro lado - e largou-me a mão.
A confiança que estava a depositar em mim era inebriante, embora amenizada pelo facto de eu poder contabilizar a sua dor. Sete pequenas cicatrizes redondas e esbranquiçadas, salpicavam-lhe o peito. Ver o seu belo corpo profano de forma tão hedionda era um profundo duplício. Quem faria aquilo a uma criança?
- Pronto, terminei - sussurrei, contendo a minha emoção.
- Não, não terminaste. Agora as minhas costas - murmurou. Mudou de posição e sentou-se de pernas cruzadas, de costas viradas para mim.
- Segue a linha do meu peito e contorna as minhas costas, até ao outro lado. - Estava com uma voz grave e rouca.
Eu obedeci e quando ia traçar uma linha vermelha no meio das suas costas vi mais cicatrizes a desfigurar-lhe o corpo. Nove ao todo.
Merda. Tive de contrariar a necessidade avassaladora que senti de beijar cada uma delas e conter as lágrimas que me inundaram os olhos. Que animal faria uma coisa daquelas? Quando completei o circuito em torno das suas costas, ele estava de cabeça baixa e o seu corpo estava tenso.
- Terminado - murmurei. Era como se usasse um estranho colete cor de pele, debruado a vermelho vivo.
Ele descaiu os ombros e descontraiu-se, voltando a virar-se lentamente para mim.
(...)
- As áreas interditas - disse ele a título de explicação.
- Queres que te marque com o batom?
- Anda - disse ele, estremecendo-me as mãos. - Senta-te em cima de mim.
Eu estendi-lhe a mão com o batom. Ele sentou-se subitamente e ficámos face a face. Guiou-me a mão até à curva do ombro
(...)
Estava a conter ao máximo a sua própria aversão. A linha do seu maxilar estava tensa, tal como a zona em torno dos olhos.
- Agora sobe pelo outro lado - e largou-me a mão.
A confiança que estava a depositar em mim era inebriante, embora amenizada pelo facto de eu poder contabilizar a sua dor. Sete pequenas cicatrizes redondas e esbranquiçadas, salpicavam-lhe o peito. Ver o seu belo corpo profano de forma tão hedionda era um profundo duplício. Quem faria aquilo a uma criança?
- Pronto, terminei - sussurrei, contendo a minha emoção.
- Não, não terminaste. Agora as minhas costas - murmurou. Mudou de posição e sentou-se de pernas cruzadas, de costas viradas para mim.
- Segue a linha do meu peito e contorna as minhas costas, até ao outro lado. - Estava com uma voz grave e rouca.
Eu obedeci e quando ia traçar uma linha vermelha no meio das suas costas vi mais cicatrizes a desfigurar-lhe o corpo. Nove ao todo.
Merda. Tive de contrariar a necessidade avassaladora que senti de beijar cada uma delas e conter as lágrimas que me inundaram os olhos. Que animal faria uma coisa daquelas? Quando completei o circuito em torno das suas costas, ele estava de cabeça baixa e o seu corpo estava tenso.
- Terminado - murmurei. Era como se usasse um estranho colete cor de pele, debruado a vermelho vivo.
Ele descaiu os ombros e descontraiu-se, voltando a virar-se lentamente para mim.
(...)
terça-feira, 25 de setembro de 2012
~eu.tenho.medo.~
era exactamente o que eu precisava. desaparecer dali, esconder o desejo, a mágoa, a dúvida e toda a restante luta dentro de mim. corri para a escola e deixei-me guiar até ao sótão.
lá apenas havia a luz do crepúsculo consumida pelas nuvens pesadas e o som da chuva a bater na janela aberta. via pouco, mas o suficiente. não sabia bem o que ia para lá fazer, mas deu-me consumiu-me e apenas pude entregar a minha alma ao piano, a unica coisa que me transmitia luz naquela agonia.
improvisei, a duas mãos, algo que nunca tinha feito nem alguma vez pensara poder fazer...mas afinal não era eu quem tocava, mas algo dentro de mim.
deixava notas suspensas e absorvia aquele som em pura nostalgia. cada nota que ressoava nas cordas assustadas pelos martelos enchia-me com imagens, imagens que eu queria, mas não queria ver. imagens de tudo o que me revolta, e imagens de tudo o que me deixa sem palavras, sem fôlego.
hoje aprendi que o extremo de dor é a rendição. que há sentimentos sobre os quais não temos qualquer controlo, resta-nos apenas viver. que a compaixão é uma forma de dor sob amor pelo outro...
aprendi que as lágrimas nunca me disseram nada mas as gotas da chuva sim.
lá apenas havia a luz do crepúsculo consumida pelas nuvens pesadas e o som da chuva a bater na janela aberta. via pouco, mas o suficiente. não sabia bem o que ia para lá fazer, mas deu-me consumiu-me e apenas pude entregar a minha alma ao piano, a unica coisa que me transmitia luz naquela agonia.
improvisei, a duas mãos, algo que nunca tinha feito nem alguma vez pensara poder fazer...mas afinal não era eu quem tocava, mas algo dentro de mim.
deixava notas suspensas e absorvia aquele som em pura nostalgia. cada nota que ressoava nas cordas assustadas pelos martelos enchia-me com imagens, imagens que eu queria, mas não queria ver. imagens de tudo o que me revolta, e imagens de tudo o que me deixa sem palavras, sem fôlego.
hoje aprendi que o extremo de dor é a rendição. que há sentimentos sobre os quais não temos qualquer controlo, resta-nos apenas viver. que a compaixão é uma forma de dor sob amor pelo outro...
aprendi que as lágrimas nunca me disseram nada mas as gotas da chuva sim.
segunda-feira, 24 de setembro de 2012
"Baby o nosso love é diferente
Real street love, ninguém entende
És minha babe, girl u know
E tu já sabes bem como eu sou
Eu volto sempre pra ti
De 0 a 100, é um vai-vem
Mas acaba sempre bem
Nosso mambo começou torto
E é em ti que encontro conforto
Apesar do teu corpo , é o meu desporto
Finjes que não gostas, e eu nem me importo
Nossa quimica é estranha
A gente se empurra e se arranha
Guerra perdida , pois ninguem ganha
(...)
Essas tuas leggins, deixam um gajo duro
Veste à vontade, míuda, eu não sou inseguro
Ainda sou imaturo, não sabes se há futuro
Mas temos o presente e nele sou teu, juro
E se te portares mal, eu tiro o pé
Tenho boé de problemas mas mulher não é
É so brincadeira.. adoro quando sorris
Eu e tu, miúda, é um final feliz (..)
Ficar sem ti, miúda, não dá
O amor como o nosso já não há
Eu te magoei mas também já pedi desculpa..
Eu sei que errei mas vou mudar
É difícil mas eu vou-te provar
Eu te magoei mas também já pedi desculpa.
(..) o importante é tarmos juntos
Mundo não nos pára, nada nos separa
Digo qualquer coisa pa pôr um sorriso nessa cara
Amas o teu bandido, e mostras com orgulho
Então tá decidido , vou assumir o barulho
Se tu tiveres nessa, canuka, eu tou nessa
Um dia de cada vez, sem pressa
E.. se pensares em separação
Apareço nu na tua porta com uma rosa na mão."
Real street love, ninguém entende
És minha babe, girl u know
E tu já sabes bem como eu sou
Eu volto sempre pra ti
De 0 a 100, é um vai-vem
Mas acaba sempre bem
Nosso mambo começou torto
E é em ti que encontro conforto
Apesar do teu corpo , é o meu desporto
Finjes que não gostas, e eu nem me importo
Nossa quimica é estranha
A gente se empurra e se arranha
Guerra perdida , pois ninguem ganha
(...)
Essas tuas leggins, deixam um gajo duro
Veste à vontade, míuda, eu não sou inseguro
Ainda sou imaturo, não sabes se há futuro
Mas temos o presente e nele sou teu, juro
E se te portares mal, eu tiro o pé
Tenho boé de problemas mas mulher não é
É so brincadeira.. adoro quando sorris
Eu e tu, miúda, é um final feliz (..)
Ficar sem ti, miúda, não dá
O amor como o nosso já não há
Eu te magoei mas também já pedi desculpa..
Eu sei que errei mas vou mudar
É difícil mas eu vou-te provar
Eu te magoei mas também já pedi desculpa.
(..) o importante é tarmos juntos
Mundo não nos pára, nada nos separa
Digo qualquer coisa pa pôr um sorriso nessa cara
Amas o teu bandido, e mostras com orgulho
Então tá decidido , vou assumir o barulho
Se tu tiveres nessa, canuka, eu tou nessa
Um dia de cada vez, sem pressa
E.. se pensares em separação
Apareço nu na tua porta com uma rosa na mão."
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
domingo, 16 de setembro de 2012
~hate~
Sim, posso ter apenas 16 anos mas sei mais de amor do que alguma vez saberás na vida. Se não és feliz não queiras arrastar-me também para esse posso sem fundo.
Continua assim pai, e um dia, nem pelos cabelos me agarrarás.
Continua assim pai, e um dia, nem pelos cabelos me agarrarás.
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
sábado, 18 de agosto de 2012
~~
Meu conselho..?
Pancas raramente são amor; pancas vão e vêm; pancas são instáveis e tanto dão felicidade como tristeza; pancas prendem-nos a algo que não existe; pancas consomem e não se equiparam àquilo que o amor verdadeiro pode dar.
Tem cuidado.., pelo o que eu sei todo o monstro pode vir a amar, mas nunca lhe podes mudar a essência. E quando já estás acostumada e baixaste a guarda ele voltará a mostrar parte do seu interior que não desapareceu e aí o que restará para ti será apenas mágoa e um enorme vazio.
Pancas raramente são amor; pancas vão e vêm; pancas são instáveis e tanto dão felicidade como tristeza; pancas prendem-nos a algo que não existe; pancas consomem e não se equiparam àquilo que o amor verdadeiro pode dar.
Tem cuidado.., pelo o que eu sei todo o monstro pode vir a amar, mas nunca lhe podes mudar a essência. E quando já estás acostumada e baixaste a guarda ele voltará a mostrar parte do seu interior que não desapareceu e aí o que restará para ti será apenas mágoa e um enorme vazio.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
~ w ~
Não sei se é bom ou mau e
não lhe sei dar nome. A Anna chamou-lhe bondade. Não faço a mínima ideia,
apenas sei que faz parte de mim tanto quanto eu permita, ou não…por vezes é
involuntário. Mas é isso que faz de mim quem sou e é isso que me faz ter certas
atitudes. Por isso mesmo daria, fosse a quem fosse uma nova oportunidade, de
novo e de novo.
Talvez isso mesmo de diz, gostarias de voltar a tentar a amizade?
Talvez isso mesmo de diz, gostarias de voltar a tentar a amizade?
Porque sei que há sempre mais algo de bom em cada pessoa, talvez porque para mim a esperança há sempre de correr numa estrada circular
quinta-feira, 19 de julho de 2012
~~
cantas mal. não tens qualquer ponta de charme ou beleza, e o facto de seres labrego não te torna melhor que os outros. tens a mania. porque? por inferioridade? acho que quem precisa de ganhar maturidade és tu.
tiveste uma má infância e por isso gritas e bates? deste-me uma má infância e não faço nada disso.
tens complexos e por isso inferiorizas os outros? eu nunca gostei de mim e pelo que mais luto é subir a auto estima dos outros.
não lutaste pela vida e por isso queres que faça o que não fizeste? devias ter ganho coragem para a lutar pelo que gostas.
não te deram felicidade, e por isso não dás felicidade à família que criaste?
devo ser mesmo eu quem esta mal aqui. devo mesmo ser eu mal educada e com falta de princípios. mas quem vai morrendo por dentro és tu, enquanto lutas pela morte interior de todos os que te rodeiam.
tiveste uma má infância e por isso gritas e bates? deste-me uma má infância e não faço nada disso.
tens complexos e por isso inferiorizas os outros? eu nunca gostei de mim e pelo que mais luto é subir a auto estima dos outros.
não lutaste pela vida e por isso queres que faça o que não fizeste? devias ter ganho coragem para a lutar pelo que gostas.
não te deram felicidade, e por isso não dás felicidade à família que criaste?
devo ser mesmo eu quem esta mal aqui. devo mesmo ser eu mal educada e com falta de princípios. mas quem vai morrendo por dentro és tu, enquanto lutas pela morte interior de todos os que te rodeiam.
quarta-feira, 4 de julho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
~ "we" ~
There was only a glimpse of sun other the seas
Mother nature's desert of the ocean
And no soul to satisfy their pleas
No mermaid and no function
Would tear that away
No place for the sailors to stay
The dreams wouldn't fade
and the stars gave their way to shade
I try to see the sun
But the day hasn't begun
For now I'll just keep lying on the dunes
Rocking at the sound of my tunes
Wishing i had never met your eyes
cause I might be drowning in your lies.
Slow down, don't need to run
You may fall, but I will catch you
lets rock and have fun
I promise I won't hurt you
Why would I make it so complicated?
my heart is in ruins and my mind got lost in the way
I guess I'll be gone for a while
and hopely I'll find a place to stay
Stay here, stay with me
Don't complicate, don't hesitate
Keep your mind, keep free
People are weird, people are strange
But my head got locked in the heart of stars
and as the walls stand up for the fighters
my soul will fly into the hands of the unknown
Just keeping herself alone..
Mother nature's desert of the ocean
And no soul to satisfy their pleas
No mermaid and no function
Would tear that away
No place for the sailors to stay
The dreams wouldn't fade
and the stars gave their way to shade
I try to see the sun
But the day hasn't begun
For now I'll just keep lying on the dunes
Rocking at the sound of my tunes
Wishing i had never met your eyes
cause I might be drowning in your lies.
Slow down, don't need to run
You may fall, but I will catch you
lets rock and have fun
I promise I won't hurt you
Why would I make it so complicated?
my heart is in ruins and my mind got lost in the way
I guess I'll be gone for a while
and hopely I'll find a place to stay
Stay here, stay with me
Don't complicate, don't hesitate
Keep your mind, keep free
People are weird, people are strange
But my head got locked in the heart of stars
and as the walls stand up for the fighters
my soul will fly into the hands of the unknown
Just keeping herself alone..
sexta-feira, 15 de junho de 2012
"Can't be without you, I'm sorry that I failed you
Anything you want you can blame it on me.
Didn't mean to hurt you, was meant to protect you
That's why I after said you can blame it on me
Never really thought I'd miss you so much,
Now I miss your voice and girl I miss your touch,
As you me did a prefer, lost you forever,
And you can blame it on me"
Anything you want you can blame it on me.
Didn't mean to hurt you, was meant to protect you
That's why I after said you can blame it on me
Never really thought I'd miss you so much,
Now I miss your voice and girl I miss your touch,
As you me did a prefer, lost you forever,
And you can blame it on me"
Relationships only fail if you don't try. Pull your end of the rope,
and if you truly love the person you will go out of your way to make it work.
quarta-feira, 13 de junho de 2012
terça-feira, 12 de junho de 2012
~5 letter word~
Quantas pessoas não utilizam "Amo-te" de uma forma desprovida e no final...?
É o que mais de comum se vê nestes dias, e eu reconheço o porque. Não guardo rancor por a utilizarem daquela forma de certo modo rude, apenas tenho pena dessas almas. Não por não terem sentido a palavra enquanto a soletravam destemidamente, mas sim devido à terem usado de tal forma, pois fica bem explicito o facto de que não têm qualquer conhecimento do sabor da mesma.
Só espero que um dia o venham a sentir. Nesse momento olharão para trás e rir-se-ão, mas não será deste modo que o virão a alcançar.
É o que mais de comum se vê nestes dias, e eu reconheço o porque. Não guardo rancor por a utilizarem daquela forma de certo modo rude, apenas tenho pena dessas almas. Não por não terem sentido a palavra enquanto a soletravam destemidamente, mas sim devido à terem usado de tal forma, pois fica bem explicito o facto de que não têm qualquer conhecimento do sabor da mesma.
Só espero que um dia o venham a sentir. Nesse momento olharão para trás e rir-se-ão, mas não será deste modo que o virão a alcançar.
sábado, 2 de junho de 2012
~24/05~
Aquelas memórias? Afoguei-as. Escondi-as nas mais íntimas profundezas do mar. Embora sempre que um de nós as respire, a elas dê razões para, com a força de uma bóia, emergir.
Mas a contemplação do presente a redor será sempre uma âncora, que as levas melancolicamente de volta ao fundo.
Ainda estas não me toquem, ainda que nada relacionado me toque o coração, poderá ser um perigo se assim o quiser. Como se, dependendo de um pouco de vontade, criássemos um novo presente à nossa maneira.
Mas a contemplação do presente a redor será sempre uma âncora, que as levas melancolicamente de volta ao fundo.
Ainda estas não me toquem, ainda que nada relacionado me toque o coração, poderá ser um perigo se assim o quiser. Como se, dependendo de um pouco de vontade, criássemos um novo presente à nossa maneira.
domingo, 27 de maio de 2012
~rir 26~
segunda-feira, 21 de maio de 2012
~no words to say, I hope 26th comes fast~
Dá noticias do fundo
Como passam teus dias
E se a razão nos chega para viver
Se amor nos serve amor não da de comer
Fico melhor assim
Em todo o caso vai pensando em mim
Se tocamos em alguma coisa
Se me chamas por algum motivo
Se nos podem ver
Se nos podem tocar
Eu vou estar sempre aqui
Nada vai mudar
Sinto-te arder no meu fundo
Eu vou estar sempre aqui
Nada vai mudar
Sinto-te entrar no meu mundo fundo
Nós tocamos em algumas coisas
Nós seguimos por alguns sentidos
Se nos podem ver
Nao nos podem tocar
Meu desejo
É morrer na paz do teu beijo
Sem futuro
É lutar por um beijo mais puro
Como passam teus dias
E se a razão nos chega para viver
Se amor nos serve amor não da de comer
Fico melhor assim
Em todo o caso vai pensando em mim
Se tocamos em alguma coisa
Se me chamas por algum motivo
Se nos podem ver
Se nos podem tocar
Eu vou estar sempre aqui
Nada vai mudar
Sinto-te arder no meu fundo
Eu vou estar sempre aqui
Nada vai mudar
Sinto-te entrar no meu mundo fundo
Nós tocamos em algumas coisas
Nós seguimos por alguns sentidos
Se nos podem ver
Nao nos podem tocar
Meu desejo
É morrer na paz do teu beijo
Sem futuro
É lutar por um beijo mais puro
sábado, 19 de maio de 2012
~~
Um dia direi o porque. Um dia explicarei que porque não gosto de qualquer sinal de afecto por minha parte e os evito.
Um dia talvez diga que não gosto porque tudo isso é um sinal de que me estou a afeiçoar a alguém. Quando darei por isso, se tiver força suficiente, hei sempre de me afastar. Porque?
Porque não existem relações, seja de que género for, sem dor, sem mágoa. Até ao ponto em que conseguir evitar isso, evitarei. Não o faço por medo de sair magoada, mas sim por medo de magoar. É a pior dor que posso oferecer a mim mesma.

Comfortably numb, wish you were here - pink floyd
Um dia talvez diga que não gosto porque tudo isso é um sinal de que me estou a afeiçoar a alguém. Quando darei por isso, se tiver força suficiente, hei sempre de me afastar. Porque?
Porque não existem relações, seja de que género for, sem dor, sem mágoa. Até ao ponto em que conseguir evitar isso, evitarei. Não o faço por medo de sair magoada, mas sim por medo de magoar. É a pior dor que posso oferecer a mim mesma.
Comfortably numb, wish you were here - pink floyd
segunda-feira, 14 de maio de 2012
~apathy~
Tudo o que consegui fazer
após uma noite em branco foi afastar todas aquelas roupas verdes e supostamente desinfectadas, vestir a roupa de correr e correr para o mar. Não sei porque o
fazia e sabia que devia ter o máximo descanso, mas só queria libertar todas
aquelas energias. Corri então até ao telhado do farol e lá me deitei ao som do
piano nos meus fones, e, ao recuperar o folgo, segui em direcção ao castelinho.
Não consegui não encarar o mar para lá das falésias e rochas enquanto corria. A
limpidez da água para lá da praia atraía-me mais do que o habitual, e com tal,
cedi à maior tentação…
Desci as falésias sem olhar para baixo, saltei as rochas e admirei o ritmo que o mar tomava, interiorizei-o. Tirei a roupa sem pensar se alguém por ali passaria ou não, deixei-me apenas em roupa interior e, com agulhas nos pés e mãos, desci até onde as ondas varriam as rochas. Agora varriam também os meus pés e pedaços de mim.
As falésias a cima da minha cabeça ameaçavam-me fortemente, tal como as ondas contra as rochas, mas não houve um segundo no qual ponderasse voltar atrás ou sequer pensar no que poderia acontecer; estava mergulhada em apatia e com a alma à superfície. Comecei por mergulhar as pernas e depois deixei-me cair repentinamente para lá das rochas.
O meu coração deu um estalo e eu ria-me com a respiração ofegante e pânico. Não sabia como que raio tinha ali chegado, como tinha ido ali parar. Sentia as ondas a empurrarem o meu corpo mole contra as rochas e depois, egoistamente, afastá-lo e leva-lo. Os meus pés estavam suspensos e no fundo consegui avistar alguns peixes na sua vida habitual.
Foi incrível a sensação de estar com a vida suspensa, foi incrível a adrenalina e por uma vez estar sem o coração e vida nas mãos. Foi magnifico entrega-la por completo ao mar… Aliviou-me não ser eu a estar em controlo das coisas, mas com uma total intimidade com aquilo que amava.
O coração não parava, e na minha cabeça surgiam as palavras a indicar o que fazer. Utilizei a ajuda dele para subir de novo para os rochedos e lá fiquei agachada, e apoiada nas rochas, com os cabelos e roupa interior molhados e de olhar fixo no mar que rebentava sobre mim.
Sim, parecia uma louca, uma selvagem, algo que não existe por aí. Mas para mim aquilo embora loucura, era pura beleza e paixão que nem todos conseguem alcançar.
Não consegui não encarar o mar para lá das falésias e rochas enquanto corria. A
limpidez da água para lá da praia atraía-me mais do que o habitual, e com tal,
cedi à maior tentação…Desci as falésias sem olhar para baixo, saltei as rochas e admirei o ritmo que o mar tomava, interiorizei-o. Tirei a roupa sem pensar se alguém por ali passaria ou não, deixei-me apenas em roupa interior e, com agulhas nos pés e mãos, desci até onde as ondas varriam as rochas. Agora varriam também os meus pés e pedaços de mim.
As falésias a cima da minha cabeça ameaçavam-me fortemente, tal como as ondas contra as rochas, mas não houve um segundo no qual ponderasse voltar atrás ou sequer pensar no que poderia acontecer; estava mergulhada em apatia e com a alma à superfície. Comecei por mergulhar as pernas e depois deixei-me cair repentinamente para lá das rochas.
O meu coração deu um estalo e eu ria-me com a respiração ofegante e pânico. Não sabia como que raio tinha ali chegado, como tinha ido ali parar. Sentia as ondas a empurrarem o meu corpo mole contra as rochas e depois, egoistamente, afastá-lo e leva-lo. Os meus pés estavam suspensos e no fundo consegui avistar alguns peixes na sua vida habitual.
Foi incrível a sensação de estar com a vida suspensa, foi incrível a adrenalina e por uma vez estar sem o coração e vida nas mãos. Foi magnifico entrega-la por completo ao mar… Aliviou-me não ser eu a estar em controlo das coisas, mas com uma total intimidade com aquilo que amava.
O coração não parava, e na minha cabeça surgiam as palavras a indicar o que fazer. Utilizei a ajuda dele para subir de novo para os rochedos e lá fiquei agachada, e apoiada nas rochas, com os cabelos e roupa interior molhados e de olhar fixo no mar que rebentava sobre mim.
Sim, parecia uma louca, uma selvagem, algo que não existe por aí. Mas para mim aquilo embora loucura, era pura beleza e paixão que nem todos conseguem alcançar.
domingo, 13 de maio de 2012
~pode continuar.~
Não sei o que existe por
aí, não sei se existem forças, magias, destino ou apenas coincidências. Apenas
sei que quero que isto pare.
Já bastava o grande acidente de carro, já bastavam mais os outros dois, já bastava o teu corpo não reagir bem, já bastava tanta coisa… E quando finalmente te tinha conseguido tirar de casa simplesmente para passar no supermercado, teria de haver uma explosão ao lado de apenas nós duas, e acabaríamos a lutar pela alta uma da outra no so do hospital.
Não interessa as vezes que a vida insista em deitar-me a mim e a ti a baixo, eu não desistirei. E, aconteça o que acontecer, na dor, acidente, angústia ou esperança, o meu sorriso não se desvanecerá para ti. Depois de te ver a chorar e te abraçar, naqueles corredores frios, não restava nada em mim se não apatia, ainda para além das tentativas quentes por parte dos bombeiros e enfermeiras em redor. Ninguém conseguiu tirar nada de mim se não um olhar morto que desvanecia entre as gotas de água que caiam dos meus caracóis. Apenas no banho de hospital quando, enquanto esperava, aparecera uma joaninha a meus pés, talvez aí, um pedaço do mundo lá fora me tenha tocado.
Não exijam de mim…já dou de tudo o que tenho, já dou todo o amor que tenho mesmo a quem não retribui, de maior vontade. Para o mundo a meu redor restará sempre um sorriso e amor, ainda que a alma por si esteja em dor.
Ainda que a vida não o queira, vou continuar a ser cada vez mais feliz e espalhar felicidade, tudo o que cultivarei será felicidade em tudo o que me rodeia.
Já bastava o grande acidente de carro, já bastavam mais os outros dois, já bastava o teu corpo não reagir bem, já bastava tanta coisa… E quando finalmente te tinha conseguido tirar de casa simplesmente para passar no supermercado, teria de haver uma explosão ao lado de apenas nós duas, e acabaríamos a lutar pela alta uma da outra no so do hospital.
Não interessa as vezes que a vida insista em deitar-me a mim e a ti a baixo, eu não desistirei. E, aconteça o que acontecer, na dor, acidente, angústia ou esperança, o meu sorriso não se desvanecerá para ti. Depois de te ver a chorar e te abraçar, naqueles corredores frios, não restava nada em mim se não apatia, ainda para além das tentativas quentes por parte dos bombeiros e enfermeiras em redor. Ninguém conseguiu tirar nada de mim se não um olhar morto que desvanecia entre as gotas de água que caiam dos meus caracóis. Apenas no banho de hospital quando, enquanto esperava, aparecera uma joaninha a meus pés, talvez aí, um pedaço do mundo lá fora me tenha tocado.
Não exijam de mim…já dou de tudo o que tenho, já dou todo o amor que tenho mesmo a quem não retribui, de maior vontade. Para o mundo a meu redor restará sempre um sorriso e amor, ainda que a alma por si esteja em dor.
Ainda que a vida não o queira, vou continuar a ser cada vez mais feliz e espalhar felicidade, tudo o que cultivarei será felicidade em tudo o que me rodeia.
sexta-feira, 11 de maio de 2012
segunda-feira, 7 de maio de 2012
~29.12~
Vinha segura de mim para casa, ou pelo menos aparentava. Sabia que se o fizesse menos probabilidades teria de acontecer algo. Diminui-as ainda mais ao ir falando contigo ao tlm... Do outro lado da estrada passaram dois carros que abrandaram, cada um com um homem lá dentro, o meu andar continuou firme e rápido. O primeiro carro seguiu mas o outro chegou ao fim da subida e voltou para trás, tomando a faixa do meu lado.
Nervosamente brincava "olha, vai parar um carro para me perguntar se quero boleia", a tua voz dava-me uma certa segurança. Não pediu, nem abriu o vidro do carro. Comecei a apressar o passo e de relance vi um homem, careca, a abrir a porta do seu descapotável e começar a sair na minha direcção. Em pânico desliguei e desatei a correr em direcção a casa... Tu estavas lá.
No dia seguinte sei que a minha mãe será de novo operada, segunda-feira... A única coisa que lhe consegui dar, ainda hoje foi nervos. Mas tu estiveste lá.
E hoje, voltei para casa, sozinha. Sentei-me sozinha à mesa. Ouvi o silêncio da casa. Experimentei jantar sozinha. Provei o mergulho no pensamento. E espero...ganhando cólicas e cólicas. Então decido pegar nos fones e me deitar no chão frio da cozinha. Não é que tu, vens logo de seguida e imediatamente sobes para a minha barriga e deitas-te esticada e com as patitas a abraçar o meu torço. Sentes-me a tremer constantemente e dás-me lambidelas enquanto olhas para mim com esse olhar ternurento. A verdade é que quando mais tento não tremer e controlar a respiração mais descontrolo ganho. Mas tu olhas para mim, deitas a tua cabeça no meu peito e lambes-me o nariz. Assim ficamos a olhar uma para a outra até adormeceres...
O teu dono ficaria orgulhoso.
Nervosamente brincava "olha, vai parar um carro para me perguntar se quero boleia", a tua voz dava-me uma certa segurança. Não pediu, nem abriu o vidro do carro. Comecei a apressar o passo e de relance vi um homem, careca, a abrir a porta do seu descapotável e começar a sair na minha direcção. Em pânico desliguei e desatei a correr em direcção a casa... Tu estavas lá.
No dia seguinte sei que a minha mãe será de novo operada, segunda-feira... A única coisa que lhe consegui dar, ainda hoje foi nervos. Mas tu estiveste lá.
E hoje, voltei para casa, sozinha. Sentei-me sozinha à mesa. Ouvi o silêncio da casa. Experimentei jantar sozinha. Provei o mergulho no pensamento. E espero...ganhando cólicas e cólicas. Então decido pegar nos fones e me deitar no chão frio da cozinha. Não é que tu, vens logo de seguida e imediatamente sobes para a minha barriga e deitas-te esticada e com as patitas a abraçar o meu torço. Sentes-me a tremer constantemente e dás-me lambidelas enquanto olhas para mim com esse olhar ternurento. A verdade é que quando mais tento não tremer e controlar a respiração mais descontrolo ganho. Mas tu olhas para mim, deitas a tua cabeça no meu peito e lambes-me o nariz. Assim ficamos a olhar uma para a outra até adormeceres...
O teu dono ficaria orgulhoso.
quarta-feira, 2 de maio de 2012
~24 de Julho de 2011~
E, mesmo quando as palavras não ousam falar, tu aproximas-te de cauda a abanar, puxas-me para eu me sentar, deitas-te em mim e abraças-me com as tuas patas e com as tuas lambidelas, sem me deixares rebaixar. E se o mal falar mais forte, tu levantas-te e colhes as minhas lágrimas. Com uma percepção para lá de qualquer humano entendes que algo está mal e que ali deves ficar.
És das poucas coisas que ainda nos une, é como se dentro de ti, meu pequeno ser, fizesse parte o teu dono, Rui, que nunca abandonou o meu lado...
terça-feira, 1 de maio de 2012
~dear heart, choose your own happiness~
"(...) e digo-te, não por ser amiga dela, que ela vale muito..muito mesmo. E um coração e espírito como o dela não encontras. Ela faz rir qualquer alma, mesmo que a dela não ria. Ela encontra felicidade nas pequenas coisas, embora na sua vida só tenha apanhado filhos da mãe que insistem em atormentar o seu coração."
Continuas a oferecer a tua felicidade a quem não te dá
razões para sorrir, não esperes encontrar felicidade onde não a há...
E volto a dizer. Sempre me lembro de serem os principies a prestar o seu coração, sempre ouvi serem estes a ajoelhar e provarem merecer a consideração da sua princesa. Onde isso já vai...?
You think you are lost in your fairytale, but you just got to stop, think clearer. You will realise you've got it in own hands, waiting to be written, waiting to be directed into love's path. Sometimes you've got to choose your path and so, let the prince choose his..
~~
"sometimes you have to stop thinking so much and just go where your heart takes you."
e um dia os papeis voltam a inverter.
e um dia os papeis voltam a inverter.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
~where the sea and the stars colide~
~not sure if it's you, or it's me~
I think i am starting to hate feeling again, may be i'll just shut it off again even though i know how hard it is to take it back.
What happens if i stop caring? What happens if i stop reacting? What happens if i'll just stay on my side and do nothing for it? What gives?
Maybe i'll just get back to where i started, maybe i'll just get back to cold.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
~imunidade lhe chamo~
Odeio chorar, ainda que não seja chorar, apenas umas gotas.
E então aquelas gotas grandes e cheias que, desenfreadamente lutam por se libertarem, por me libertarem. Odeio ainda perder qualquer controlo sobre estas, e senti-las a correr, cegamente, umas atrás das outras sobre as minhas bochechas quentes, de coração frio.
Precisava de chorar mas não consegui, consegui apenas umas lágrimas que não conseguir controlar. Odiei sentir aquela dor no coração, odiei. Pensava que não ia voltar a sentir aquilo por amor. Odeio sentir aquele amor, inutilidade, descontrolo, vulnerabilidade.
Será que voltarei a chorar? Talvez a vida me tenha gasto as lágrimas, ou talvez me tenha dado razões de maior importância sobre as quais chorar, pelo que estas não despontam essa reacção...não que não doa menos.
"Crying does not indicate you are weak. Since birth it has always been a sign that you are alive."
"Crying doesnt mean you are weak. It means you have been strong for too long."
E então aquelas gotas grandes e cheias que, desenfreadamente lutam por se libertarem, por me libertarem. Odeio ainda perder qualquer controlo sobre estas, e senti-las a correr, cegamente, umas atrás das outras sobre as minhas bochechas quentes, de coração frio.
Precisava de chorar mas não consegui, consegui apenas umas lágrimas que não conseguir controlar. Odiei sentir aquela dor no coração, odiei. Pensava que não ia voltar a sentir aquilo por amor. Odeio sentir aquele amor, inutilidade, descontrolo, vulnerabilidade.
Será que voltarei a chorar? Talvez a vida me tenha gasto as lágrimas, ou talvez me tenha dado razões de maior importância sobre as quais chorar, pelo que estas não despontam essa reacção...não que não doa menos.
"Crying does not indicate you are weak. Since birth it has always been a sign that you are alive."
"Crying doesnt mean you are weak. It means you have been strong for too long."
quinta-feira, 12 de abril de 2012
~emptiness~
Tenho saudades dos tempos em que eramos 3, não como agora em que é 2 + 1
Tenho saudades dos tempos em que eramos como irmãs...sem qualquer distinção.
Tenho saudades dos tempos em que sentia que pertencia ali.
Tenho saudades dos tempos em que sentia que pertencia ali.
Tenho saudades de não me sentir a mais entre vós.
terça-feira, 10 de abril de 2012
~what have you done now?~
É pena não terem noção do poder da palavra, é pena usarem-na como algo reles e banal e é pena que se esqueçam que esta pode ter o papel de arma de tiro certeiro, infalível e fatal para a alma, mente e coração...
Uma coisa é martirizar-nos através do pensamento pela consciência de nós próprios. Outra é o gesto, a palavra, que chega e nos abrange como algo fútil, mas é capaz de alimentar o pensamento de tal forma - tamanha insegurança, dúvida..., que tudo se transforma numa certeza. Certeza essa que ecoa dentro do ser, que penaliza, que desponta a mudança.
Nunca subestimes o poder da palavra em alguém. Mede bem aquilo que dizes, pois, por muito insignificante que para ti seja, pode mudar a vida de outro alguém ou mesmo acabar com ela.

The Girl just you called stupid? She studies over 4hrs a night.
The Girl you called ugly? She spends hours putting make-up on hoping people will like her.
The Girl you just called weak? She is abused enough at home.
The Girl you just called fat? She has been starving herself.
There’s a lot more to people than you think.
Uma coisa é martirizar-nos através do pensamento pela consciência de nós próprios. Outra é o gesto, a palavra, que chega e nos abrange como algo fútil, mas é capaz de alimentar o pensamento de tal forma - tamanha insegurança, dúvida..., que tudo se transforma numa certeza. Certeza essa que ecoa dentro do ser, que penaliza, que desponta a mudança.
Nunca subestimes o poder da palavra em alguém. Mede bem aquilo que dizes, pois, por muito insignificante que para ti seja, pode mudar a vida de outro alguém ou mesmo acabar com ela.

The Girl just you called stupid? She studies over 4hrs a night.
The Girl you called ugly? She spends hours putting make-up on hoping people will like her.
The Girl you just called weak? She is abused enough at home.
The Girl you just called fat? She has been starving herself.
There’s a lot more to people than you think.
domingo, 8 de abril de 2012
~~
Cuidado com a ausência. Deves usá-la com inteligência porque, embora seja das melhores armas para o desejo, pode ter como consequência o esquecimento.
sexta-feira, 30 de março de 2012
~you~
Não gosto que todos os outros me dêm mais valor e atenção que tu. Eu defendo o espaço, mas em demasia pode formar a dúvida e a vulnerabilidade a aspectos exteriores. Não queirando cair nisso...
terça-feira, 27 de março de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
~full of nothing~
I see no brighter day outside...you tree have taken not only my heart away, as so my happiness. So, with success you took all the light away again, and left my soul out of me, dancing all alone, sorrowing in the seas.
I maybe everything you want me to, but i'm everything but heartless. It hurts just to see you all together there, laughing, hugging like if i was nothing for (well, maybe i'm not), and me, feeling empty has hell, on the other hand, full of sorrow. No matter what, i'll be there. I'll be waiting...
Hold still Sophie, hold still...
segunda-feira, 19 de março de 2012
~seaweed~
Dear seaweed,
Não haverá forma de dizer o quanto sinto a tua falta, e hoje a tua mensagem deixou-me perto das lágrimas. Quando dou por mim, sinto-me sozinha neste vasto oceano. Sinto falta das nossas gargalhadas, sinto falta de passar todos os dias contigo, de partilhar o meu dia, a minha vida, mas de uma forma mais directa e espontânea.
Sei que não me abandonaste e, meu amor, poderás também tu ter a certeza de que, ainda que não fisicamente, a teu lado permaneço.
Sinto-nos nas nossas danças diárias à mercê das ondas na vida. E não, minha pequena seaweed, isso não é nunca sinónimo de nos separar-mos. A força do laço entre mim, concha, e ti é algo que desde sempre tem resistido, e assim permanecerá. Conto já 11 anos desde que ao olhar para ti decifrei com impetuosidade que irias ser alguém muito importante na minha vida. Nunca me esquecerei dos momentos em que admirava aquela tua frágil alma da altura...e a viragem para o ensino básico permitiu-me dar o primeiro passo, embora nem tenha sido preciso..foi mutuo. E com essa mesma admiração acompanhei todo o teu crescimento, toda a evolução no teu ser até quem és, hoje.
Incrível é como ninguém ou nenhuma amizade se equipara à nossa, nenhuma. Não me lembro de qualquer discussão nossa, todos os bons momentos engoliram qualquer vestígio de menos bom possivelmente existente, não me lembro de nada nem ninguém nos ter separado.
Quero voltar a viver permanente a teu lado, a ter de levar com as tuas parvoeiras diariamente e partilhar as minhas contigo. Sinto a tua falta...a meu lado. Preciso de ti.
Não haverá forma de dizer o quanto sinto a tua falta, e hoje a tua mensagem deixou-me perto das lágrimas. Quando dou por mim, sinto-me sozinha neste vasto oceano. Sinto falta das nossas gargalhadas, sinto falta de passar todos os dias contigo, de partilhar o meu dia, a minha vida, mas de uma forma mais directa e espontânea.
Sei que não me abandonaste e, meu amor, poderás também tu ter a certeza de que, ainda que não fisicamente, a teu lado permaneço.Sinto-nos nas nossas danças diárias à mercê das ondas na vida. E não, minha pequena seaweed, isso não é nunca sinónimo de nos separar-mos. A força do laço entre mim, concha, e ti é algo que desde sempre tem resistido, e assim permanecerá. Conto já 11 anos desde que ao olhar para ti decifrei com impetuosidade que irias ser alguém muito importante na minha vida. Nunca me esquecerei dos momentos em que admirava aquela tua frágil alma da altura...e a viragem para o ensino básico permitiu-me dar o primeiro passo, embora nem tenha sido preciso..foi mutuo. E com essa mesma admiração acompanhei todo o teu crescimento, toda a evolução no teu ser até quem és, hoje.
Incrível é como ninguém ou nenhuma amizade se equipara à nossa, nenhuma. Não me lembro de qualquer discussão nossa, todos os bons momentos engoliram qualquer vestígio de menos bom possivelmente existente, não me lembro de nada nem ninguém nos ter separado.
Quero voltar a viver permanente a teu lado, a ter de levar com as tuas parvoeiras diariamente e partilhar as minhas contigo. Sinto a tua falta...a meu lado. Preciso de ti.
with love,
Concha
quinta-feira, 1 de março de 2012
domingo, 26 de fevereiro de 2012
~nights~
Estas noites...estas noites consomem-me. O dia, tento passar praticamente todo tão perto do mar quanto possível, e quando chega ao final deste, o meu maior desejo é simplesmente absorver-me na música que toca nos headphones, fechar os olhos e abrir o coração. Ali nada nem ninguém me para ou consome...
sábado, 18 de fevereiro de 2012
~Do you see it? 5#~
(este post é a continuação de anteriores, com seguimento - ~Do you see it?~ ; ~Do you see it? 2#~ ; ~Do you see it 3#~ ; ~Do you see it? 4#~ )
Não sabia se me encontrava ou não consciente. Apenas identificava a existência daquele horizonte longínquo e do toque da sua mão, ainda repousada sobre o meu braço inerte e expectante sobre o meu estado.Não sei onde estavam as palavras, o pensamento ou o meu próprio respirar. Só tinha conhecimento do bater de coração marinho e da maresia que transpirava e me fazia vacilar. Tudo em mim tinha abandonado o meu corpo juntamente com a sensação de desespero, deixando-me leve, deixando a minha alma a sobrevoar toda a imensidão de mar...
O olhar daquele alguém não me inquiria como seria de esperar - descansava somente sobre o reflexo hipnotizante da grande estrela. E por vezes eu questionava-me: em que pensava ele? porque razão conhecia aquele lugar? o que viam os seus olhos? ..estaria ele a acompanhar a minha alma ingénua naquela viagem sobre os mares..?
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
~two letters~
Se tivesses noção da forma como atacas o meu coração com as tuas palavras.. Por vezes ouso disfarçar o ataque com um riso que ultimamente vai ficando cada vez mais tímido e rendido à realidade. Realidade essa que nunca será mudada - o passado foi, mas ao ter sido...ainda o é. Nunca negues a presença deste na tua vida. Nunca negues a existência do sentimento até do ser mais obscuro e odiado pelo teu coração.
Nunca duvides da dor que persiste em mim, nunca te fies na desistência pois não o fiz.
Not a woman that heartless...
______
Obrigada por todas as tuas palavras Alex. Nunca conseguirei nem gritar aos céus aquilo que representas na minha vida. Acredita nas minhas palavras, acredita em tudo o que partilho contigo sempre que possível, porque ainda que distante parte do meu coração está a teu lado.
Um amigo para a vida.
Nunca duvides da dor que persiste em mim, nunca te fies na desistência pois não o fiz.
Not a woman that heartless...
______
Obrigada por todas as tuas palavras Alex. Nunca conseguirei nem gritar aos céus aquilo que representas na minha vida. Acredita nas minhas palavras, acredita em tudo o que partilho contigo sempre que possível, porque ainda que distante parte do meu coração está a teu lado.
Um amigo para a vida.
segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012
~wild whisper~
Até que chegas a casa. A minha visão capta a tua presença do lado de lá das paredes de vidro frias da sala, quase às escuras. Juro que te sinto ali, perplexo, a observar-me de coração, não sorrindo por fora porque o teu ser não to permite, mas por dentro...liberto então toda a minha alma nas teclas de marfim como se lá não estivesses, desejando deixar-te encantado, desejando que sintas o que eu sinto, desejando daquela forma alcançar o teu frio coração.
Mas quando cedo à minha vontade e olho por cima do ombro verifico que, mais uma vez, estava eu apenas a tocar para a presença tua que o meu desejo ingenuamente insistia em desenhar.
Assim, resigno-me a voltar para o meu mundo e toco para quem me sempre ouve e nunca me abandonou, a alma do silêncio.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
~who am i to say?~
Já não sei com quem estou destinada a estar...ou melhor, não sei quem estará destinado a ficar comigo.
E se um dia acordas e vês que realmente não era isto que querias? Que te deixas
te levar apenas pelo que era melhor para ti, pelo que te parecia certo, mas que o desejo do teu coração na verdade não estava de acordo com a mente e pertencia a outro alguém?
Que será de mim? Que direito tenho eu de te prender a mim com o meu amor?
E se um dia acordas e vês que realmente não era isto que querias? Que te deixas
te levar apenas pelo que era melhor para ti, pelo que te parecia certo, mas que o desejo do teu coração na verdade não estava de acordo com a mente e pertencia a outro alguém?
Que será de mim? Que direito tenho eu de te prender a mim com o meu amor?
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
~ whisper ~
I need this. More than i need to breathe, than i need to ear the sound of the piano, than my need to feel the cords of the guitar in my hands...But these are the things that keep me on going when you're not around, also the light of the night that shines right through me and keeps me safe in my sleep...
When i feel lost around here, i close my eyes and feel the water caressing me, the smooth touch of the cold calming my heartbeat down, and the sound of the wild undersea life clearing my soul.
I may feel lost here, but i prefer to be lost in that another world of mine where even lost i find myself.
When i feel lost around here, i close my eyes and feel the water caressing me, the smooth touch of the cold calming my heartbeat down, and the sound of the wild undersea life clearing my soul.
I may feel lost here, but i prefer to be lost in that another world of mine where even lost i find myself.
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